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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

IMPOSSIVEL...? ... LOL...LOL... ( 2 )

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Às vezes, o maior engano que nós fazemos é pensar que não devemos ter problemas.

Nós pensamos que os problemas são uma maldição, ao invés de pensarmos que nossos problemas até podem ser uma possibilidade de evoluirmos.

Uma maneira de crescermos é termos problemas suficientemente “interessantes” para nos estimular para o uso dos nossos recursos, para encontrar algo em nós que não está a ser estimulado.

Perspectiva, Visão, Escolhas, estas são as 3 chaves para entendermos esse engano.

Ok, com o mal dos outros eu posso bem, dizem já alguns.
Ok, "estratégias" de motivação, dizem já outros.


Mas, afinal porque é que o ramo da humanidade que sobreviveu na pré-história foi o que teve e passou por mais dificuldades de adaptação?

Porque é que o ramo da humanidade que teve que se deslocar mais, lutar mais, utilizar mais a mãos, readaptar-se mais vezes, sobreviveu e o que estava na Europa não sobreviveu?

Num comentário a um post passado, falei da FLEXIBILIDADE, dizia nesse comentário que, o ser com mais flexibilidade tende a vencer dentro do meio o ser que é menos flexível.
Dava o exemplo, do que são capazes de fazer as crianças quando querem alguma coisa, e porque tantos pais caem na esparrela de, porque não são tão flexíveis, ter de dar o que a criança pede.

Depois DESTE, aqui está mais um exemplo extraordinário de um homem que escolheu ver os seus "problemas" de uma forma diferente da que seria de esperar.

Utilizou e organizou os seus recursos Emocionais e Mentais (iguais à partida a qualquer outra pessoa, ele não tem membros, mas tem “coração” e “cabeça”, certo?) de uma maneira tão específica (adaptada a sua situação “específica”) que lhe permitiu montar uma estratégia de vida de forma a atingir um resultado simples, SER FELIZ !

Inspirem-se !
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se aguentaram até ao fim o anterior, vejam este, uma perspectiva diferente ...



Esta foi a parte 2/3
AQUI a parte 3/3
AQUI a parte 1/3
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E agora?

Comentários!

Quem se chega à frente...?

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ADENDA ao post, (comentário aos comentários)


Estou a observar que nos vossos comentários (obrigado por eles, o tema não é obvio) a este post, há um ponto comum, é a noção de SUBJECTIVIDADE.

unhas de gel,
amputação de perna,
empate do Benfas,
guerras e conquistas,
amuos pessoais,
visão “oriental”,
tempestade em copo de água ou será em piscina de 50 metros,
quem tem problemas sérios é quem está de pé, caí e se tem de levantar ou quem apenas não quer cair e cai,
quem tem problemas “mesmo grandes” (??), “acaba sempre por os superar”… alguns inspirando os outros ao sucesso pelo que lutaram exemplarmente independentemente do resultado final, outros superam porque se suicidam, o problema também fica resolvido depois do suicídio… ou não?
pessimismo versus optimismo,
impossible is nothing ou tudo …
adaptação e flexibilidade

De facto, o nosso amigo do vídeo, o Nick Vujicic chama a atenção no vídeo 2/3 para a palavra PERSPECTIVA, a querida Vani escreve que tudo são faces da mesma moeda.

Não há tamanho grande ou pequeno, tudo depende dos nossos sentidos e das nossas fotografias da “coisa”, o que vemos, como vemos, o que sentimos, como sentimos, quais são os nossos estados emocionais perante a situação em causa.

São alguns destes pontos, a tomada de consciência deles, que vão definir como se vai dimensionar o ” problema”, a situação.

Um optimista diminui a situação se ela for má, tira-lhe um foto muito pequenina, e coloca-a num local onde ele é menos percepcionada e aumenta-a de tamanho se ela for boa, um pessimista fará o contrário.
Ambos estão seguros que estão a ver “o problema“ na dimensão “correcta”, muitos pensarão mesmo que é a única forma de ver a situação, que não há outra.

Deixem-me agora lançar esta ideia;
não penso que o importante seja dimensionar o problema nem mesmo se o resolvemos bem ou mal, após um tempo outros problemas virão e nós vamos ter de novo avaliações subjectivas, tentem tomar consciência do que se aprendeu e o que vamos fazer a seguir, qual é a acção imediacta, o Nick chama-lhe "passo bebé", aquele que é "só dar", impossivel falhar.

No vídeo, o Nick explicou como foi dimensionado o seu problema, “tragédia” diziam todos, “não poderá ser autónomo” diziam os médicos, poderá mesmo ser colocada a possibilidade de não o deixar nascer assim, abortar, talvez…

Nada, nada disto contribuiu para o que o Nick é hoje, nada !

Foi ele que definiu (e vai definindo) a sua visão de onde queria chegar e é ele que está a escolher os seus caminhos.
Foi ele que aprendeu o que fazer a seguir ao problema e fazer dele a tal oportunidade que a certa altura o faz dizer “foi bom isto ter acontecido” !

Todos têm a noção da força deste pensamento?
Acham que é teatro?

Ele no vídeo 1/3 quebra o gelo da audiência, o choque visual, com teatro, com circo talvez, mas… depois faz-nos ver que a sua "parte física" também tem o seu lado lúdico e que contribui para melhorar o seu lado emocional, porque não?

Também ganha a consciência que não é a única pessoa do mundo que vive aquela situação, coloca a hipótese de poder replicar as experiencia boas dos outros e também ele ter como resultado as mesmas coisas positivas.
Ele mesmo dá o seu exemplo, ele diz , olhem para mim, vejam com actuo (ele finge que corre a simular os passos bebé), façam o mesmo e provavelmente terão resultados semelhantes.

Nick viaja pelo mundo a dar conferencias, a avisar os mais distraídos que não há alternativa à felicidade, ou se há não deve ser algo muito interessante… , milhares de pessoas criam com ele uma RELAÇÂO emocional exemplar o que permite comparar os seus comportamentos pessoais com os dele, independentemente de “os problemas” serem maiores ou mais pequenos, isso é como todos nós já concluímos, SUBJECTIVO, depende da PERSPECTIVA, mas observando o que fazem de diferente do Nick e que não dá os resultados esperados, aprendem assim a “copiar” certos comportamentos dele e tentam obter os mesmos resultados.

Imaginem que o filme não era o do Nick mas sim o do Michel Jordan que coloquei num post da semana passada.

O que muda?

NADA!

Quem tem a visão, o Objectivo de que quer ser o maior basquetebolista do mundo provavelmente vai estar atento ao que fez na vida o M. Jordan e tentar copiar o mais possível para que tenha resultados semelhantes aos que ele teve.

Ou o vídeo era do melhor Padeiro do mundo, e eu quero ser o melhor Padeiro da minha aldeia ou do meu pais ou do mundo, quero saber como é que ele faz o pão, mas também como é que ele ganhou o prazer que tem a fazer aquele pão, que experiencias teve o Padeiro em pequeno para que lhe tenha dado o click e o fez fazer um pão que é o melhor do mundo (apesar de isso ser também subjectivo, mas na minha avaliação é o melhor do mundo).
O que é que ele sente ao cheirar o pão e o que eu sinto e vejo ao ver e sentir na boca o pão desse Padeiro…
Talvez ele acorde já convencido que é "o melhor" e que o seu pão é o resultado de ele ser o melhor Padeiro, não sei, mas vou-lhe perguntar…!

O que o Nick me ensinou é a tamanha LIBERDADE que está do meu lado para fazer o que sonho, para chegar ao ponto que ele chegou, a independência das minhas decisões perante o exterior e o ambiente, o meio.
Eu sou o unico responsável pelos meus actos e escolhas e por isso sou o responsável pelas suas consequências.

Por fim, e talvez o mais importante, a sua generosidade, a dádiva, a contribuição que ele dá ao mundo, a quem o quer ouvir.

Sim, quem olha para ele vê o que lhe falta mas não vê o que ele tem a mais e pode partilhar, e ainda, os seus planos para o futuro, e a linguagem não verbal, o que ele não disse mas eu vi.

Eu vi um homem muito feliz, sinceramente feliz.

E vocês ?

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

OLHA-ME NOS OLHOS . !!!

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Olha-me nos olhos
É normal se tiveres medo
Eu tambem tenho
Mas temos medo por razões diferentes
Eu tenho medo do que não me vou tornar
Tu tens medo do que eu me possa tornar
Olha para mim
Eu não me vou deixar acabar onde comecei
Eu não me vou deixar terminar onde iniciei
Eu sei o que está dentro de mim
Mesmo que não o consigas ver ainda
Olha-me nos olhos
Eu tenho algo mais importante do que coragem
Tenho paciência
Eu vou-me tornar no que sei que sou

Torna-te Lendário!
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

QUANDO FALTA O MOTIVO . . .

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Vou lendo por aqui e ali, nos blogues de amigos, alguns momentos de desalento de descrédito, de falta de auto estima e de baixar de braços.

São esses momentos que me motivam a fazer post com a etiqueta Desenvolvimento Pessoal.

Vou lendo frases como:

Eu não acredito no amor, estou desesperada/o, detesto o meu trabalho, não acredito nas pessoas e tantas outras frases que me levam a pensar que pessoas extraordinárias estão a desperdiçar o seu potencial com pensamentos e escolhas negativas.

Muitas pessoas, umas melhores do que outras , escrevem sobre este assunto e muitos dos amigos e amigas, desses mesmo blogues, dizem com desprezo, “eu não gostos de livros de auto ajuda”, “detesto livros tipo “O Segredo” e outros do mesmo género” …

Pergunto-me; quem pensa desta maneira, será assim tão feliz e com objectivos tão bem definidos e atingidos que se dão ao luxo de recusar ajuda venha de onde vier?
Duvido!

Estou convencido que há preconceitos sobre o género ou, pensando de forma mais radical, há medo de ser alertado para factos, para atitudes da nossa vida que são postos em causa.

Há medo de concluir que para se melhorar a qualidade de vida é necessário sair convictamente do nosso campo de “conforto” e arriscar, romper rotinas, entender que o fracasso é aprendizagem, entender que se pode ver a realidade com óculos diferentes, resultando disso diferentes verdades, entender que, sem objectivos claramente definidos qualquer caminho serve para não nos levar a lado algum .

Um dia, li num livro de Anthony Robbins, um pensamento mais ou menos assim:

Num determinado momento, uma pessoa diz a si mesma que não acredita no amor, se tem essa expectativa de fracasso nessa área, quanto do seu potencial de amar se irá realizar?
Seguramente não muito!

Ela já disse a si mesma , já enviou um sinal ao seu Cerebro, para que este fracasse nessa área.
Tendo começado com essas expectativas, que tipo de acções irá essa pessoa provavelmente empreender ?
Serão confiantes , energéticas, congruentes e assertivas ?
Vão essas pessoas refletir o seu verdadeiro potencial para amar ?
Não, será muito pouco provável que assim seja!

Se uma pessoa está convencida de que tudo vai fracassar, para quê o esforço de tentar arduamente?
O que se passa é que uma quantidade de potencial já empreendeu acções de indiferença que anulam acções futuras.
As crenças entram numa cadeia, numa aspiral descendente clássica.

O fracasso, cria fracasso.

As pessoas que são infelizes e que vivem esmagadas pela dor, seja de que tipo for, estiveram durante muito tempo sem resultados e já não conseguem acreditar.
Pouco ou nada fazem para realizar o seu potencial e começam a descobrir como é que podem levar a sua vida a um ponto em que façam o menos possível obtendo resultados que deitam ainda mais abaixo as suas crenças em vez de fazerem o contrário.

Li também mais tarde que;

"Se fizermos quilo que sempre fizemos, obteremos aquilo que sempre obtivemos”.


Pensem comigo, mudemos de paradigma.

Uma pessoa começa com grandes expectativas num determinado OBJECTIVO definido, mesmo mais do que expectativas, acredita com toda a força que vai haver sucesso.

Tendo o sucesso como força possível e segura, que tipo de acções vai empreender desta vez?
Vai arrastar-se sem entusiasmo?
Claro que não !
Via ter entusiasmo, energia, expectativas de sucesso e vai sentir ser o maior.
Se assim for, quais os resultados que são de esperar ?
As probabilidades são de eles serem bastante bons.
E o que é que isso faz à nossa crença e à capacidade de obter resultados?
É a espiral ascendente de sucesso.

Sendo assim , o sucesso, alimenta o sucesso .
O sucesso gera sucesso , e a cada sucesso, cria-se mais crença e ímpeto .

As pessoas assim também fazem coisas menos certas ?
Claro que sim!

As pessoas com crenças positivas garantem sempre os resultados ?
Claro que não!

Não há formulas magicas nem fadas madrinhas que garantam o sucesso e sendo assim , quando as expectativas não são atingidas, há que escolher outro caminho, há que corrigir a estratégia.
Isto não indica, obviamente, que tudo o que foi feito foi errado.

Aquilo que sabemos e já vimos várias vezes , foi que pessoas que mantém o mesmo sistema de crenças que fortalecem e persistem através das acções e dos recursos suficientes, por fim , obterão sucesso.

Muitas vezes não é necessário ter uma crença ou uma atitude extraordinária acerca de algo para obter sucessos.
Por vezes, pessoas produzem resultados espantosos apenas porque não sabem que algo é difícil ou impossível, não estão condicionadas.
Exemplo:

Um rapaz adormeceu na aula de matemática. Acordou no fim da aula e viu no quadro dois problemas propostos. Presumiu que era trabalho para casa. Em casa, trabalhou arduamente na resolução dos problemas, não conseguindo resolver nenhum deles, insistiu de tal forma que por fim conseguiu chegar a um resultado. Na aula seguinte apresentou o trabalho. O professor e os alunos ficaram espantados. Afinal, esses mesmos problemas, agora com solução, ficaram escritos no quadro porque foram considerados de resolução impossível.

Se este estudante soubesse isso, provavelmente não os tinha resolvido nem sequer tentado.
A situação proporcionou o facto de ele não ter dito a si mesmo que era impossível resolvê-los, pelo contrário, ele pensava que tinha mesmo de os resolver pois era esse o trabalho proposto na aula a que ele não assistiu por ter adormecido, ele tinha um objectivo bem definido e tinha um motivo.

Os bebés aprendem muito e muito rápido porque experimentam, porque não têm consciência das consequências das acções.

O meu filho faz coisas loucas, como vos vou narrando aqui (lontro), porque está motivado, as crianças em geral estão sempre motivadas a obter o que querem, lambem o chão se for necessário, gritam como doidos só para nos deixar atrapalhados e cedermos ao seu motivo.

Eles são muito flexíveis fazem o que for necessário para atingirem o objectivo e por isso dominam o meio, nós pais, normalmente não somos tão flexíveis, ou ficamos atrapalhados com o berreiro ou lhes damos um tabefe, não temos muito mais recursos.

A nossa falta de flexibilidade faz de nós a parte fraca do meio, exemplo, “Pai e Criança numa loja de brinquedos”.

Uma outra forma de alterar uma crença é ter um facto real que realmente a reflecte.

Quando, (aqui) vos contei que caminhei no fogo, sobre brasas, fui capaz de fazer algo que estava convencido ser impossível (oh, se estava…) factos desses levam-nos muitas vezes a repensarmos as nossas crenças.

Os que conseguiram chegar ao fim deste texto, acabaram de ler um pequeno texto de “auto ajuda”, desses mesmos, os que não gostam de livros de “auto ajuda” não me levem a mal mas, o que não mata engorda, o que arde cura e o que aperta segura, logo espero que não tenham dado o tempo por completamente perdido…

Desejo-vos uma fantástica semana!

:)



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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

HÁ, À SEGUNDA FEIRA . . . SEM HOMOFOBIAS !

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Sabem que, hoje, em 18 países do mundo, ser homossexual é igual a pena de morte ?

Imaginam a quantidade de países onde ser homossexual é um crime que leva à prisão ou a multas ?

Talvez um dia as paradas, tão contestadas, deixem de ser necessárias até lá, há ainda muito a ser denunciado.

Ricardo Araújo Pereira, entre outros, foi um dos galardoados com o Prémio Arco-íris, que ontem foi atribuído numa cerimónia que reuniu algumas das personalidades que no último ano contribuíram para a luta contra a discriminação com base na orientação sexual.

O Prémio Arco Íris foi instituído em 2003 e desde então "tem-se tornado cada vez mais difícil escolher os galardoados", disse à Lusa o presidente da Associação Ilga Portugal, Paulo Corte-Real.

De acordo com aquele responsável, "há cada vez mais pessoas das mais diferentes áreas que são eventuais candidatos, porque há uma crescente preocupação com esta temática. O facto de existir uma grande diversidade de bons exemplos a surgir em todas as áreas torna a escolha cada vez mais difícil".

Pois, aqui no Lontrices a homofobia não entra (tal como o racismo e todas as outras formas de exclusão), gostava muito que não fosse necessário fazer este post, infelizmente ainda é !


Adenda à entrada:

Vou tentar resumir as ideias que tenho sobre estas acções de intervenção.
Não está escrito no post (infelizmente está objectivos do prémio) que se luta CONTRA alguma coisa.

“Vamos lutar CONTRA as discriminações” ou “Vamos lutar PELA igualdade”, a diferença não está na sintaxe, está na dialéctica, ao lutarmos CONTRA a discriminação sexual ou de cor ou religião, estamos, sem o querermos, a alimenta-las, ao lutarmos pela positiva, pela igualdade, pela não separação, pelo não distinguir, embora se aceite que as desigualdades existem, a luta é PELA positiva, algo tem um fim positivo, estamos focados em algo bom e com um bom final.

As lutas devem ser POR alguma coisa e não CONTRA alguma coisa.

Este ponto de vista final, positivo, dá-nos uma activação reticular focada na finalidade que queremos atingir e não no lado que queremos destruir.

A fome, um dia, poderá acabar se se lutar pela produção alimentar, pela educação e contribuição dos países ricos aos pobres.
Não acaba enquanto se luta contra a fome, não há nenhum objectivo real nesta luta.

As guerras, um dia, poderão acabar se se lutar pela paz, pela compreensão, cooperação, respeito e aceitação das diferenças entre os povos.
Não acaba enquanto se fizerem lutas contra a guerra e tantas vezes contra o poder militar do outro lado mostrando em contraponto o meu poder, “a minha guerra é maior do que a tua”…


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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ENTENDIMENTOS . . .



Quando eu tinha 6 anos, a minha mãe disse-me que a felicidade é a chave da vida.

Pouco mais tarde, na escola, a minha professora perguntou o que eu queria ser quando fosse grande.

Eu respondi: Ser Feliz e Fazer os outros Felizes.

Ela disse-me que eu não tinha percebido a pergunta.

E eu respondi-lhe que ela ainda não tinha percebido a vida.






original (?)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

ÉS FALADOR ? ÉS MAU VENDEDOR !

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Na UCLA o Dr. Albert Moravian fez um estudo durante 18 anos (desde 1964 até 1981) tentando identificar o peso relativo dos diferentes componentes da comunicação para a sua compreensão.

Concluiu este senhor que:
O peso das palavras é de 7%
O peso da voz/entoação é de 38%
O peso da linguagem não verbal é de 55%

Andamos nós na escola a aprender como utilizar correctamente as palavras e nunca nos foi ensinado o quão importante é a comunicação não verbal em qualquer disciplina da vida.

Imaginem como pode estar perto do abismo alguém que não saiba ouvir e/ou não saiba Ver o que tem à frente.

Durante alguns anos ensinei técnicas de vendas a vendedores, uma parte do meu trabalho era a fazê-los compreender quanto importante era “estar calado”. Estar calado quando o interlocutor fala e estar calado enquanto ele pensa.

As pessoas falam e pensam muito durante a comunicação, pensam no que querem ouvir (muitas vezes, por não estar a ser dito), e pensam no querem “falar”, enquanto os interlocutores estão a comunicar, em vez de estarem apenas a ouvir, sentir e a ver, descodificando a comunicação.

Aprender a ver e a escutar activamente é uma ferramenta poderosíssima na nossa vida, felizes os que a sabem utilizar.


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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ETAPA A ETAPA, PASSO A PASSO . . .

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Vocês têm a consciência que a grande maioria das pessoas não se apercebe disto?


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terça-feira, 3 de novembro de 2009

SER BEM SUCEDIDO É UM HÁBITO...MAS FRACASSAR TAMBÉM O É !

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Porque estou completamente de acordo com este magnifico texto do Paulo Vilhena, porque acredito que é exactamente assim que a vida é, aqui fica, espero que seja útil a quem o ler.

A nossa motivação é aquilo em que nós pensamos a maior parte do tempo. E nós transformamo-nos naquilo em que pensamos de forma constante. Ou seja, somos motivados e movidos, em permanência, pelos nossos pensamentos correntes. A motivação é, para mim, a força interna que nos conduz às decisões que moldam a nossa vida. E move-nos em direcção a algo, ou afasta-nos de alguma coisa.

Mas é um processo interno. O processo de encontrar um motivo para aquilo que fazemos... Ou deixamos de fazer... De facto, acredito que todos nós somos motivados por defeito. Positiva ou negativamente. Até a decisão de não fazer nada é originada por um motivo. Motivação para não fazer nada.
Podemos ouvir alguém com um discurso inspirador que nos faça sentir bem ou ter vontade de agir por uns dias. Podemos ter alguém que consiga ajudar-nos a atingir o estado emocional que nos conduz à acção imediata. Mas, para que o efeito seja duradouro, temos de querer, aceitar e interiorizar novos conceitos. Temos de estar disponíveis para ver alterados os nossos conhecimentos, convicções e valores... Enfim aceitar uma evolução da nossa própria identidade.

Há duas emoções que estão na base da motivação: o medo e o desejo. O medo é a emoção destrutiva que se foca no passado, implicando uma repetição contínua de más experiências e sua projecção no nosso futuro. O desejo é como um íman que nos faz procurar repetir no futuro as nossas memórias de prazer e de sucesso.

Estas emoções causam-nos pressão que é boa ou má dependendo apenas da forma como lidamos com ela. Se é causada pelo medo é destrutiva, criando stress e até doença. Se é originada pelo desejo é como a força que puxa uma seta para o centro de um alvo.

O trabalho de Viktor Frankl, psiquiatra que foi prisioneiro em campos de concentração alemães, mostra que necessitamos de objectivos que nos façam seguir em frente. A grande diferença é que as pessoas bem sucedidas se focam nas recompensas enquanto que a maior parte de nós tende a focar-se nas consequências que projecta, e muitas vezes exagera, de um eventual fracasso.

O sucesso não está reservado para os que têm talentos especiais ou um QI elevado ou um berço de ouro. Está dependente, na sua quase totalidade, da nossa motivação interna.

Por detrás de cada vencedor está um desejo ardente e a expectativa de que as coisas lhe vão correr bem, porque tudo fez para isso. Está o optimismo de quem está numa posição de gratidão porque compreende e se foca em tudo aquilo que a vida tem de bom. Enquanto os outros fazem ondas, os vencedores aproveitam para fazer surf.

Ser bem sucedido é um hábito... mas fracassar também.

PAULO VILHENA


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sábado, 31 de outubro de 2009

PORQUE É O MOMENTO PARA SERMOS FELIZES. . .

Porque não há melhor alternativa a sermos felizes !

Porque se não formos nós a agir, quem o pode fazer por nós ?

Porque se não for aqui, onde pode ser ?

Porque se não for assim, como pode ser ?

O momento é AGORA !

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

SERES SINGULARES (2) . . .

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CLICAR PARA AUMENTAR AS FOTOS











fotos: reuters, efe, ap, e paulo lontro
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Perto da minha janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de calor, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto.
Todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o Jasmim em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam no muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como reflectidas no espelho do ar.
Às vezes, um galo canta.
Às vezes um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu sinto-me completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que as essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para vê-las assim.



Tx.C.Meireles.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

SEMANA X - 5

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Chegamos a Sexta-feira, como prometido dediquei todas as entradas desta semana a uma amiga.

Espero ter-te ajudado de alguma maneira, ter-te feito pensar em algumas vertentes da vida que, na minha opinião, te poderão ajudar a seres mais feliz.

A entrada de hoje, que é uma reedição, é dedicada a todos os que aqui passam, espero fazer-vos pensar (com estes 2 vídeos) nas Rotinas do dia-a-dia, porque todos passamos, e também o que pode acontecer quando as rompemos, quando temos acções e valores que nos fazem “sair da caixa”.



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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

IMPOSSÍVEL ...?? LOL...LOL...LOL... !!!!!!!

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Vá lá ! Quem tem coragem de deixar aqui um comentário ?

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SEMANA X - 4

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Tudo o que eu te dou,
Tu me dás a mim.
Tudo o que eu sonhei,
Tu serás assim.
Tudo o que eu te dou,
Tu me dás a mim,
Tudo o que eu te dou.
Tudo o que eu te dou.
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Querida amiga, aqui está um exemplo do que encontramos quando decidimos ultrapassar os nossos "SE" e os "MAS", e determinados, escolhemos um caminho que acreditamos verdadeiramente, o caminho que representa os teus valores, o propósito da tua vida.

Tudo o que é novo provoca dificuldades, temos surpresas, é necessária adaptação, mas é essa adaptação que nos faz sentir mais fortes e verdadeiros.

Percorrer o caminho até aos teus sonhos torna-te mais livre e mais verdadeira.
Num filme do Almodôvar um personagem diz: “… somos tanto mais verdadeiros quanto mais próximos estamos dos nossos sonhos …”.

Por agora digo-te mais uma coisa, nós somos muito mais fortes do que pensamos, temos capacidades enormes quando nos desafiamos e quando acreditamos que vamos ser felizes. Repara na metáfora deste nosso amigo do filme, com todos os seus medos ainda tem a capacidade de CONTRIBUIR, ele volta a correr riscos para devolver o peixe ao seu meio, ele DÁ.

Aconteceu uma TRANSFORMAÇÃO.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SEMANA X - 3

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Ontem propus-te escolheres um caminho seguindo os teus valores, pois bem, parece fácil mas não é, e porquê?

Para tomarmos decisões, escolhermos caminhos, temos que estar livres e estarmos livres é estarmos com o nosso baloiço da vida em movimento.

Imagina que tens medo das consequências de alguma decisão, de alguma escolha, não deixas que o baloiço se movimente, talvez sintas uma sensação de segurança mas essa segurança é falsa, o que se está a passar é que a tua vida está bloqueada, parada.

Como se nota que paramos o baloiço?
Quando utilizamos as palavras “SE” ou “MAS” como pretexto para não decidir.

O vídeo seguinte é um “forte” exemplo das consequências dessa paragem .

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

SEMANA X - 2


Aqui vai o vídeo do Baloiço, o tal…

O que se pretende com ele é entender que depois de escolheres um caminho nunca terás a certeza que vais ter e encontrar sempre rosas nem sempre espinhos.

No vídeo de ontem tu vês que podes FUGIR da dificuldade o tempo todo, mas ela não te largará nunca.
Será mais benéfico aceitar que a dificuldade existe, como já o fizeste, encarar a situação e, porque não, PARAR para pensar.
Neste ponto, normalmente, surge uma situação perigosa, é que podemos cair na tentação de ficar MUITO TEMPO a pensar.
Pois bem, se fosse na montanha corrias o risco de lá ficares e morreres antes de teres tomado uma decisão, escolher um caminho.

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Aqui está, tenho más notícias, quando vamos lançados para uma decisão que nos parece a melhor num determinado momento, podemos mais tarde ter a surpresa de que as nossa expectativas não foram minimamente atingidas e vice-versa, por isso também tenho boas notícias, acontece algo que te parece muito negativo para a tua vida e mais tarde reparas que essa "fatalidade" melhorou, ou pelo menos condicionou muito positivamente a tua vida.

À partida nunca saberás exactamente como vai ser o percurso e muito menos o seu final.
Pois então, à tua frente está o convite à decisão e isto NÃO QUER DIZER que tomarás uma decisão qualquer já que não saberás o final, nada disso.

A decisão deve ser fortemente baseada no que acreditas ser o melhor caminho, ou seja, DEVES SEGUIR os teus VALORES pessoais, os teus PRINCIPIOS DE VIDA.

Quanto mais depressa o fizeres mais depressa a tua vida melhorará!

Dois Segredos só nossos:

- Não há velhos Sábios no alto das montanhas a indicarem-te o caminho, nem fadas madrinhas com varinhas mágicas resolvendo os teus problemas!

- Presta atenção, espera o melhor e prepara-te para o pior, então, vai em frente!

Sssshhhhhiiiiiiiiiii………..

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SEMANA X - 1

Minha amiga, tenho a certeza, não é só feeling, que vais ter não só umas grandes noites mas também uma EXCELENTE semana!
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Ouve alto, bem alto e sente!
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Hoje pensa nisto:

Imagina que estás numa montanha gigante, está muito frio e uma tempestade avança rapidamente na tua direcção. Corres o risco de vida se não fugires e saíres rápido dela.

Algo forte na tua cabeça te diz que aí, bem no alto da montanha, há um grande Mestre, um velho Sábio, que dará todas as respostas e te indicará “O” caminho.

Corres até ele seguindo apenas o teu instinto, quando finalmente e já sem tempo encontras o Mestre perguntas-lhe humildemente;
- Mestre Sábio desta montanha, qual é “A” saída segura da montanha, qual “O” caminho grande Mestre?

O Mestre Sábio, para tua surpresa, olha-te nos olhos com calma e serenidade típica dos Sábios, e indica-te com os seus longos braços bem esticados, um a um, 3 diferentes caminhos, diz-te também que todos os caminhos podem ser perigosos, todos têm ratoeiras mas todos têm momentos de paisagem bonita e luxuriante, o risco, a dificuldade, dependem apenas do teu estilo e do teu comportamento no trajecto.

O vento e o frio aumentam, sentes o perigo muito perto, em breve podes morrer de frio, estás no entanto confusa e desiludida com a resposta do Mestre. Ele não te deu “UM” caminho e, porque é um Sábio, deu-te alternativas.

Pergunto-te minha amiga;

- O que fazes?

- Ficas parada, na dúvida, à espera da morte certa, porque não escolhes um dos caminhos indicados?
ou
segues de novo o teu instinto e escolhes um dos caminhos que o velho Mestre da montanha te indicou, não sabendo no entanto o que te espera além da certeza que vais sair sã e salva da dificuldade, da experiencia?

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UMA SEMANA ESPECIAL...

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Ontem recebi um SMS de uma pessoa que admiro por muitos motivos.

A maioria de vós, que vão passando no Lontrices, conhece esta pessoa e tenho a certeza que a estima por ela não é só minha.

A mensagem dizia com humildade:
“… não sei o que fazer, sinto-me perdida e não sei que caminho tomar… “

Porque esta mulher teve a generosidade de se abrir assim a mim, agradeço-lhe muito, por isso decidi que durante esta semana vou tentar, com os poucos meios que tenho, ajuda-la.

Quem quiser contribuir, faça o favor de entrar.

Todos as entradas desta semana no Lontrices SÃO PARA TI,
com Carinho Lontro.
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domingo, 11 de outubro de 2009

EU FIZ !






HOJE FIZ ISTO !!!!!!

Se alguém esteve no ESTORIL a ter este privilégio, pois saiba que ESTIVEMOS LÀ E CONSEGUIMOS.


Como se pode ver no filme, não adianta encontrar as "razões" porque se consegue fazer isto sem dor, garanto-vos que o importante é chegar lá e ter a coragem para lá pôr os pezinhos... depois cada um tem a liberdade de pensar e valorizar como quer e lhe apetece.


É curioso, eu quando estou a fazer um churrasco e uma faúlha me salta para as pernas ou a calco, as condições de condutividade devem mudar senão, porque raio será que eu apanho uns escaldões do caraças…?


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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

GRANDE DISCURSO! NÃO SÃO 20 MINUTOS PERDIDOS.



O TEXTO EM PORTUGUÊS ESTÁ AQUI.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

ACEITA, MUDA OU DEIXA . . .

Até parece fácil, quando estamos perante adversidades não podemos escapar a uma destas 3 soluções.

Não havendo alternativas além destas, porque tantos passam tanto tempo a sofrer antes de tomar as decisões?