segunda-feira, 10 de maio de 2010

VIETNAM, 35 ANOS DEPOIS

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Os anos passam e a história, aqui ou ali, teima em repetir-se.

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domingo, 9 de maio de 2010

NU DOMINGO . . .

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

O OUTRO JOELHO . . .

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Há uma hora atrás:

Ele: (passando a mão no meu cotovelo)
Pápi, tens de pôr um creminho aqui no joelho do braço, está áspero.

Eu: Lucas, aonde?

Ele: Aqui no joelho do braço.

Eu: Então não sabes o nome desse sítio do corpo?

Ele: Sei, claro que sei, é o cotovelo.

Eu: Então porque não disseste cotovelo?

Ele: Era para ser mais fácil para ti.

Eu: Hãããã ???
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

PRÉ - OCUPAÇÃO !?!?

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PENSA LÁ ONDE ESTÁS . . .

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

CALL CSI . . .

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

ISTO É PUBLICIDADE . . .








domingo, 2 de maio de 2010

NU, DOMINGO . . .

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sábado, 1 de maio de 2010

A MAGIA NÃO EXISTE MAS OS MÁGICOS, ESSES, EXISTEM . . .

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

QUEM AVISA AMIGO É . . .





segunda-feira, 26 de abril de 2010

OK . . .


domingo, 25 de abril de 2010

NU, DOMINGO . . .

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

MOMENTOS DELAS . . .







Fotos: malota, le-beck, hiller, debois, wantuch e boxer

quarta-feira, 21 de abril de 2010

DE UM HOMEM QUE SABE AMAR . . .








QUERO FAZER UMA CONFISSÃO

Quero fazer uma confissão esta noite
porque a noite e a rua foram jantar juntas.
Quero dizer que amo uma mulher
cujo corpo não me dá o seu calor esta noite,
cuja ausência é um donzel laranja.
Quero dançar com minha sombra
para que o seu rumor chegue até ela
e ela saiba que eu lhe dou a noite,
toda.
Quero escrever coisas que não se esvaeçam
com o sol,
que a chuva faça flores
que cheirem a ela.
Quero que as minhas mãos voem,
voem em silêncio
onde ela guarda os seus sonhos...
sonhos que me pertencem
porque eu lhe pertenço.
Quero que ela fique, fique sempre,
quero ser a sua voz
quero ser o seu sorriso verde,
quero ser a sua chuva no cabelo,
quero ama-la mais do que ninguém
ama ninguém.
Quero dizer-lhe, aqui e agora, que a amo
com a minha voz baixa,
com o meu ar de Outono lento,
com o meu sabor de beijos possíveis.
Quero que os pássaros sejam
os meus mensageiros de saudade.
Quero que o mundo comece quando ela vier.
Quero sonhar acordado com o seu tacto entre
as minhas mãos
a percorrer em silêncio o meu peito
e acordar com ela junto de mim,
calada e doce.
Quero só eu dizer-lhe sentimentos
que aceleram o coração,
o seu coração apaixonado,
eu gosto da sua timidez.
Quero nadar na sua boca sem horizontes.
Quero os versos todos do planeta
a falarem dela, versos curtos de violetas,
versos firmes de cravos,
versos perfumados de rosas.
Quero suster os seus pés no ar
e trazer ao seu peito gaivotas fiéis
que sempre deixam pegadas na praia.
Quero ser eu no seu corpo
da alva ao sol-pôr,
de lua a lua
de eternidade a eternidade.
Quero ama-la até o meu último alento.

(Xavier Frias Conde - 1965)