quarta-feira, 14 de abril de 2010

CARAS DO HAITI 90 DIAS DEPOIS

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terça-feira, 13 de abril de 2010

POLÓNIA NAÇÃO TRISTE

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

HÁ, À SEGUNDA FEIRA





Fotos: dijto, karim, bitesnick

domingo, 11 de abril de 2010

NU, DOMINGO . . .

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sábado, 10 de abril de 2010

É BOM SINAL . . .

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Ando fugido deste mundo bloguistico, não tenho respondido nem vos tenho visitado.
Ok, acreditem ou não, é por muito bom motivo.
Estou fazendo estrada …..

WHEN ALL I WANT . . .



You say you want
Diamonds on a ring of gold
You say you want
Your story to remain untold

But all the promises we make
From the cradle to the grave
When all I want is you

You say you'll give me
A highway with no one on it
Treasure just to look upon it
All the riches in the night

You say you'll give me
Eyes in a moon of blindness
A river in a time of dryness
A harbour in the tempest
But all the promises we make
From the cradle to the grave
When all I want is you

You say you want
Your love to work out right
To last with me through the night

You say you want
Diamonds on a ring of gold
Your story to remain untold
Your love not to grow cold

All the promises we break
From the cradle to the grave
When all I want is you

You...all I want is...
You...all I want is...
You...all I want is...
You...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

É SEMPRE A MESMA AUSÊNCIA








É sempre no passado aquele orgasmo,
é sempre no presente aquele duplo,
é sempre no futuro aquele pânico.

É sempre no meu peito aquela garra.
É sempre no meu tédio aquele aceno.
É sempre no meu sono aquela guerra.

É sempre no meu trato o amplo distrato.
Sempre na minha firma a antiga fúria.
Sempre no mesmo engano outro retrato.

É sempre nos meus pulos o limite.
É sempre nos meus lábios a estampilha.
É sempre no meu não aquele trauma.

Sempre no meu amor a noite rompe.
Sempre dentro de mim meu inimigo.
E sempre no meu sempre a mesma ausência.

Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O RESUMO . . .

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O resumo.

Na ausência de metáforas resumo as palavras …

Na ausência do teu corpo resumo o desencontro …

Na ausência dos teus olhos resumo a beleza …

Na ausência de ti resumo-me a mim …


Mónica Correia
in, "corpos sem som"
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domingo, 4 de abril de 2010

SIMPLES MEXERICOS . . .

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Segundo o cardeal SODANO o que se diz sobre os escândalos pedófilos na igreja são "MEXERICOS" !

Pois..., depois não entendem porque o clube tem menos sócios…
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NU, DOMINGO de Páscoa . . .

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

JESUS CHRIST SUPERSTAR

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"No lugar onde Jesus fora crucificado, havia um jardim, e neste, um sepulcro novo, no qual ninguém tinha sido ainda posto".

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A DECISÃO

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Uma senhora de 92 anos, delicada, bem vestida, com o cabelo bem penteado e um semblante calmo, mudou-se para uma casa de repouso.
O seu marido havia falecido recentemente e a mudança era necessária, pois ela era deficiente visual e não havia quem pudesse ampará-la em casa.
Uma neta dedicada acompanhou-a ao novo lar.
Após algum tempo aguardando pacientemente na sala de espera, a enfermeira veio avisá-las que o quarto estava pronto.
Enquanto caminhavam, lentamente, até o elevador, a neta, que já tinha visitado os aposentos, fez-lhe uma descrição visual de seu pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela.
A senhora sorriu docemente e disse com entusiasmo: Eu adorei!
Mas a avó nem esteve ainda no quarto... Observou a neta.
Ela não a deixou continuar e acrescentou:
A felicidade é algo que podes decidir antes da hora. Se eu vou gostar do meu quarto ou não, não depende de como os móveis estão arranjados, e sim de como eu os arranjo na minha mente.
E eu já me decidi gostar dele...
E continuou: é uma decisão que tomo a cada manhã quando acordo. Eu tenho uma escolha, posso passar o dia na cama remoendo as dificuldades que tenho com as partes de meu corpo que não funcionam há muito tempo, ou posso sair da cama e ser grata por mais esse dia.
Cada dia é um presente, e os meus olhos abrem-se para o novo dia com as memórias felizes que armazenei...
A velhice é como uma conta no banco, minha filha... De onde só retiras o que foi colocado antes.
Começa, sem demora, a depositar felicidade na conta do banco das tuas lembranças, para poderem ser resgatadas sempre que quiseres.