quinta-feira, 4 de setembro de 2008

OUVIDOS MOUCOS ... ?

"Se a comunicação surge na convergência de todos os sentidos, será que estamos isentos de sentir aquilo que ouvimos... ou apenas ouvimos aquilo que queremos sentir?"
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Interessante pergunta retirada de um blog, por aí ... perto de sí ...
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Há respostas ??

9 comentários:

TM disse...

.... ainda não tenho a resposta.....

aoutrarua@gmail.com disse...

Eu acho que não ouvimos só aquilo que queremos... Aliás, é o q não queremos ouvir que nos fica a fazer eco tanto e tanto tempo...

Dudaninha disse...

A comunicação surge na convergência de todos os sentidos, o problema é que nem toda a gente tem os sentidos convergentes.

TM disse...

Dudaninha: Então será que o problema surge quando os nossos sentidos não convergem com os de quem tentamos comunicar?

spritof disse...

concordo com dudaninha!

o problema está na falta de convergência dos sentidos!...

...ou será do sentido das convergências?





Agora estou confuso!
;)

Hot'n'Cold disse...

Ambos!...depende do espírito.

Por vezes ouvimos o que queremos ouvir, ou no que acreditamos ser o que ouvimos (mesmo que não nos agrade)...

...e não estamos, de forma nenhuma, isentos de sentir o que ouvimos, seja o que ouvimos o que pensámos, ou o que foi realmente emitido.

Confuso?

PAULO disse...

Poderá a comunicação surgir sem a convergência dos sentidos?

Eu acredito que sim, podemos comunicar com a alma e com o coração.

Eu posso comunicar com alguém sem nunca a ter visto, sem nunca lhe ter tocado, ouvido, sem conhecer o seu sabor e o seu cheiro.

Comunico porque acredito que essa pessoa pensa em mim, nada mais ...

spritof disse...

Bonito.
Anscendeste a um nível superior.

Dudaninha disse...

Quando refiro os sentidos convergentes, refiro-me aos nossos próprios sentidos alinhados para o nosso objectivo. Os nossos sentidos têm que estar preparados para a comunicação. Mesmo numa comunicação com a alma e o coração, temos que ter os sentidos preparados para isso, convergentes para dentro de nós próprios e assim conseguirmos comunicar sem precisar de ver, sentir, cheirar...